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Turismo rende 150 milhões de dólares ao Estado

  • Quinta, 6 \d\e Setembro \d\e 2018
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Turismo rende 150 milhões de dólares ao Estado

Turistas estrangeiros gastaram mais dinheiro no país em 2017 que em 2016. De acordo com dados do Ministério da Cultura e Turismo, foram gastos cerca de 150 milhões de dólares norte-americanos.

É verdade que os edifícios da antiga Lourenço Marques, muitos deles erguidos por Pancho Guedes, são de parar, reparar e maravilhar-se.

Mas não é menos verdade que Maputo tem outras potencialidades turísticas, capazes de combinar turismo de praia, cinegético e cultural em um curto espaço de tempo. Por isso foram criadas rotas turísticas capazes de encher os olhos dos turistas nacionais e estrangeiros pela sua beleza.

Antes de chegar ao bush and beach, é quase que obrigatório, admirar a histórica da barragem dos pequenos Libombos, construída entre 1983 a 1987. A infraestrutura exibe, não pela quantidade de água, mas pela arquitetura, o potencial turístico da rota da cordilheira dos Libombos, que tem início na África do Sul.

De Boane, a rota leva até um dos “big five”, que são mamíferos selvagens difíceis de caçar. Trata-se do elefante, que se estima que existam um total de mil na reserva especial de Maputo. E se o número de elefantes é satisfatório, o mesmo não se pode dizer de outros animais que estão sendo acrescentados.

Com ou sem entrada de animais, facto é que na Reserva Especial de Maputo o turista começa a maravilhar-se com o bush and beach, ou seja, com a combinação da praia e a vida selvagem.

Para além da Reserva de elefantes, Matutuine esconde outros tesouros naturais. É o caso da praia de Chimucane, que se pode visitar através do Parque de Malongana, pertencente ao Estado desde 1995. Com um ambiente relaxador, o destaque deste empreendimento gerido pelo INATUR, são os acampamentos.

Apesar dos preços acessíveis, a ponta Malongane, a Reserva Especial de Maputo, e outras instâncias turísticas, ainda recebem mais turistas estrageiros que nacionais. Estes maioritariamente se encontram na faixa etária dos 36 aos 55 anos de idade.

Foram, de acordo com o Ministério da Cultura e Turismo, mais de 1 milhão de turistas estrangeiros que visitaram o país no ano passado. Um número que representa uma redução de 200 mil pessoas se comparado ao ano de 2016.

Apesar da redução, África manteve na primeira posição em termos de origem continental de turistas.

Dentre os países, os dados mostram que o que mais desfruta das belezas de moçambique é, de longe, a África do Sul, seguida pelo Zimbabwe. Depois estão os turistas que vem dos Estados Unidos, Reino Unido e completando as cinco grandes origens de turistas moçambicanos esta Portugal.

Dentre as principais razões das visitas a Moçambique, estão o lazer e recriação, mas há também quem vem para fazer negócios, visitar familiares e amigos, e ainda por motivos de saúde e religiosos.

Nestes pontos, de modo geral, os turistas estrangeiros gastaram em 2017, cerca de 150,5 milhões de dólares americanos, contra 107,9 milhões gastos em 2016, o que representa um acréscimo na ordem de 39,5%, de acordo com dados do Ministério da Cultura.

 

Fonte: (Jornal o País)

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